Para os primeiros dias…

Um kit divertido para os primeiros dias na Creche

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Que tal este conjunto de materiais para fazer as delícias dos mais pequenos nos primeiros dias de adaptação?!?

Um fantoche brincalhão chamado Pimpão, para cantar os Bons dias e outras lindas canções.

Um livro para explorar, ver e inventar muitas histórias.

E as bolinhas de sabão para fazer sorrir, para cantar e proporcionar momentos de imensa alegria e diversão…

Como se sabe, nesta etapa devemos tentar criar uma relação mais pessoal com as crianças, podemos fazer muitas outras brincadeiras… Muitas carícias, jogos de esconde-esconde, falar, gestos, canções, beijinhos  e claro, deixar que explorem os objetos e o espaço  aproveitando para observar o seu comportamento.

Tudo para que estes dias sejam o menos difíceis possível para todos.

Bom trabalho

 

Massagem para bebés

Os bebés gostam e precisam muito de contato, especialmente pele com pele. Esse tipo de contato é essencial e contribui para que eles cresçam e se desenvolvam. Além de criar laços afectivos, a massagem alivia a criança quando ela está irritada ou com cólicas. Continuar a ler

Porque mordem as crianças?!?

Espaço Informação:

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Por que é que as crianças pequenas se mordem umas às outras e às vezes até a si mesmas? 

Escrito pela psicopedagoga Claudia Sousa e foi retirado daqui:  http://educacaodeinfancia.com/morder-na-creche/

“Uma coisa muito comum nas Creches – mas que costuma provocar muita preocupação nos pais – são as mordidelas. Principalmente no período de adaptação, em que, além da maioria das crianças estar a viver a sua primeira experiência social extra-familiar, os grupos estão em fase de formação, de  “primeiras impressões”, ou em situações de entrada de crianças novas para a sala, as mordidas quase sempre fazem parte da rotina diária das crianças. Não é fácil lidar com esta situação, tanto para os pais (é muito doloroso receber o filho com marcas de mordida!), quanto para nós, Educadores (que nos sentimos impotentes, na maioria das vezes, sem conseguir impedir que elas aconteçam).


As crianças pequenas geralmente mordem para conhecer. Para elas, tudo o que as cerca é objeto de interesse e alvo de curiosidade, inclusive as sensações. O conceito de dor, por exemplo, é algo que vai sendo construído a partir das suas vivências pessoais e principalmente sociais, e não é algo dado à priori.

Mordendo o outro, a criança experimenta e investiga elementos físicos, como a sua textura (as pessoas são duras? São moles? Rasgam? Partem?), a sua consistência, o seu gosto, o seu cheiro; elementos “sexuais” (no sentido mais amplo da palavra), na medida em que morder proporciona alívio para as suas necessidades orais (nelas, a libido está basicamente colocada na boca) e ainda investiga elementos de ordem social, isto é, que efeitos esta ação provoca no meio (o choro, o medo ou qualquer outra reacção do amiguinho, a reprovação do Educador, etc).

É claro que, vencida esta primeira etapa de investigação, algumas crianças podem persistir em morder, seja para confirmar as suas descobertas ou para “testar” o meio ambiente (disputa de poder,
questionamentos de autoridade, etc). Ou ainda, pode ser uma tentativa de defesa: ela facilmente descobre que morder é uma atitude drástica. Raramente a mordida é um acto de agressividade, e muito menos de violência, a não ser que estejam a viver alguma situação de intenso stress emocional em que todos os demais recursos estejam esgotados.”

Pais e educadores teremos que ter muita paciência nesta fase.

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